8.2.10

A Primeira Sessão

Como não tinha referência de psicólogas na região, usei um método pouco ortodoxo: lista telefônica. Selecionei algumas e fiz diversas visitas para escolher a pessoa certa. Precisava levar em conta muito além de um consultório interessante, preço em conta, experiência profissional da terapeuta. É algo que tem a ver com empatia. O processo é profissional, mas é íntimo. Portanto é necessário essa identificação para a troca de informações correr nos conformes.

Após bater muito papo sobre existencialismo, ser x ter, id ego e superego, meu eu criança adulto e pai e muitas psicólogas depois, escolhi a Dra. Nilda. Ela me surpreendeu por não falar de teorias, apesar da notória experiência, mas por fazer as perguntas certas para ter respostas bem colocadas em um diagnóstico mental, me revelado pouco à pouco e me deixando boquiaberto, devida sua precisão.

Em suma, ela quer encontrar o que é meu mesmo e o que é das minhas influências externas, para que eu possa definir qual caminho seguir. Além disso, precisamos trabalhar algumas dificuldades pessoais que tenho para fortalecer meu eu (como a mudança brusca de humor e o fato demais eu me cansar rápido das coisas).

Fiquei empolgado e saí de lá com aqnsiedade da próxima sessão e com um filme novo pra ver, indicado pela Dra.: Pode além da vida.

Acho que todo esse processo pode me ajudar e muito a ver as coisas.

Um comentário:

Anônimo disse...

Rapaz, fazia tempo que eu não lia um post seu.
Que bom te ver.
:D
Abraços.

Paixão Castilho