A cada dia uma nova lição. E a lição de ontem é que coragem, apenas não basta.
Eu sou como um míssel teleguiado, que só dispara para acertar exatamente seu alvo. Caso haja possibilidade maior de erro (de acordo com meu julgamento) eu nem tento um acerto. Ontem fui muito incentivado a tentar acertar, mesmo sem ter toda certeza dos fatos. Imensuráveis.
Fiz todo o planejamento, de todas as formas possíveis de acerto. Contornei cada situação em minha mente, pensei em cada investida e me senti preparado. Mas na hora da batalha aconteceu uma coisa que eu não esperava. Meu inimigo não se "rendeu", não foi "derrotado" e nem me venceu. Ele apenas levantou sua bandeira branca, mas manteve seu exército à postos. Isso me deixou pasmo.
Agora paira muita insegurança no ar. Não sabemos se o exército vai embora, se vai se render, se planeja algo. Não sei como posicionar minhas tropas. Mas uma coisa é certa. Se a guerra não acabar até sexta por bem, vai acabar (infelizmente) por mal.
30.6.10
29.6.10
Letra por Letra
"Nem vem agora com esse papo, me fale com todas as letras.
Pois tenho ouvidos e quero ouvir o fim letra por letra
Chegar enfim ao meu começo, sozinho, dentro de mim." (Cinco Rios)
Pois tenho ouvidos e quero ouvir o fim letra por letra
Chegar enfim ao meu começo, sozinho, dentro de mim." (Cinco Rios)
27.6.10
Quuestão de Ponto de Vista
Nós, pessoas com características extremamente racionais, sabemos nossos limites. Será que realmente sabemos?
Esse pensamento nos prejudica, uma vez que faz com que desistimos de certas coisas sem nem mesmo termos tentado, apenas por pensar: Não vai dar certo ou não é comigo.
O ideal seria tentarmos tudo, mas novamente, como bons racionais que somos, pensamos nas consequencias dos atos, nos riscos caso não dê certo e nos riscos caso dê certo e damos o assunto por encerrado. Ou seja, quando poderíamos mudar o (nosso) mundo, não fazemos nada. E bate o arrependimento de não ter feito.
Com combatemos isso??? Fazendo!
E aí mora o medo de errar e o medo de dar certo também. Isso quando combinado com as limitações impostas (Os "nãos" ditos por nossos pais, colegas, etc...) reduzem o nosso potencial de maneira absurda.
Não sei se fui claro o bastante, mas só queria expressar meu arrependimento em me subestimar demais...
Esse pensamento nos prejudica, uma vez que faz com que desistimos de certas coisas sem nem mesmo termos tentado, apenas por pensar: Não vai dar certo ou não é comigo.
O ideal seria tentarmos tudo, mas novamente, como bons racionais que somos, pensamos nas consequencias dos atos, nos riscos caso não dê certo e nos riscos caso dê certo e damos o assunto por encerrado. Ou seja, quando poderíamos mudar o (nosso) mundo, não fazemos nada. E bate o arrependimento de não ter feito.
Com combatemos isso??? Fazendo!
E aí mora o medo de errar e o medo de dar certo também. Isso quando combinado com as limitações impostas (Os "nãos" ditos por nossos pais, colegas, etc...) reduzem o nosso potencial de maneira absurda.
Não sei se fui claro o bastante, mas só queria expressar meu arrependimento em me subestimar demais...
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